Mãos ao vento

acreditando que a lua apresenta

outro colorido.

Os arrepios deixo por conta do ar frio,

as cenas que quero recordar

desobedecem minhas pernas

na primeira oportunidade.

Desvio meus olhos da terra,

deixo as lágrimas rolarem,

rodopiarem em minha face,

desfaço a palavra em poesia

no primeiro raio que encontro.

Não posso, mas quero.

Não devo, mas necessito.

O que faço com a (mal)dita declaração

que meu corpo quer ouvir?

Finjo que o dia não acordou,



Jataí.GO

11-08-2009

 



 

 

 

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