Quando se quer estar junto,
não basta dizer "eu te amo",
precisa-se VIVENCIAR o AMOR.
Cássia Vicente
 
 
Conviver não é amar. Conviver é carmíco, estar junto por amor é divino.
 
Adorar não é amar. Quando se ama não se idolatra (adora).
 
Um parêntese:
Uma mais que amiga me disse:
"Costuma-se confundir o amor, pensa-se que para amar
tem que ter a trilogia: adorar, sexo e convivência".
 
E eu entendi que,
Quando se ama, se ama e pronto, independente de convivência, de sexo;
não é preciso quando amo, estar junto, ter sexo;  precisa-se  vivenciar este amor
da forma que se tem e se ama o tem incondicionalmente.
E muitas vezes se ama aquele que não se convive diariamente.
Fecha parêntese
 
Para amar, tem que entender, relevar, perdoar.
Aceitar os "defeitos"
(pensamentos e ações que não aceita-se por não compreender que cada um "vive seu momento")
do outro como "humana".
 
Adorar, se adora uma divindade, e uma divindade presume-se "perfeita".
Que ser humano é perfeito? ainda tem-se que  gargar a montanha passo a passo
para eliminar as imperfeições recebendo e dando amor.
 
Quando se troca ou equivoca o "amar por adorar"
subtende-se que a pessoa ainda não encontrou em si "o amor",
porque, para amar o outro precisa se amar em primeiro lugar.
Não! Não é egoísmo, é lei a do retorno.
 
Para entender o amor tem que "se amar" profundamente,
então sim, se coloca o amor ao outro "ao lado" do amor que tem por si, jamais na frente ou atrás,
nunca primeiro as "responsabilidades" (diria fuga) depois o amor.
O amor é prioridade quando é verdadeiramente entendido e sentido.
O amor é imã, atração de opsotos num mesmo sentimento.
 
 
                                                                                          R
                                                                                           O       
                                                                             M
estou escalando o monte segrado chamado A 
                         Eu, aprendiz do amor,
 
 
 
 
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